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Recrutado via Facebook, argentino é o novo técnico da seleção feminina de hóquei

26/08/2015
Imagem retirada de http://espn.uol.com.br/noticia/533413_recrutado-via-facebook-argentino-e-o-novo-tecnico-da-selecao-feminina-de-hoquei

Imagem retirada de http://espn.uol.com.br/noticia/533413_recrutado-via-facebook-argentino-e-o-novo-tecnico-da-selecao-feminina-de-hoquei

Diante da polêmica acusação de sexismo de grande parte das atletas que defenderam a seleção brasileira nos últimos anos, a Confederação Brasileira de Hóquei sobre a Grama anunciou nesta quarta-feira o novo comandante para a equipe, que, sem chances de disputar os Jogos Olímpicos Rio 2016, terá como próximo compromisso Pan-American Challenge na cidade de Chiclayo, no Peru, em outubro.

Trata-se do argentino Ignácio 'Nacho' Lopez, coordenador da divisão de inferiores do San Lorenzo e que atualmente trabalha no Quilmes High School, do Campeonato Metropolitano da Primeira Divisão do hóquei masculino argentino.

De acordo com a confederação brasileira, López possui dez anos de experiência com o hóquei feminino, com o qual trabalha no San Lorenzo, e chega como alguém que 'entende o atual momento de reestruturação' da modalidade no país, que será representado apenas pelos homens nos Jogos Olímpicos.

A escolha do novo comandante começou de maneira curiosa. Enquanto o time masculino se preparava na Europa para disputar o Pan de Toronto a fim de buscar a vaga olímpica, a Confederação Brasileira de Hóquei sobre a Grama anunciou no Facebook a oportunidade de trabalho, na qual os interessados enviaram o currículo e a pretensão salarial por email.

Desde os Jogos Sul-Americanos de 2014, a seleção feminina não possuía um comandante. O tratamento recebido pela equipe gerou reclamações das atletas, que acusaram a entidade de privilegiar o time masculino, treinado por Cláudio Rocha, filho do presidente da confederação, Sydney.

Para evidenciar a insatisfação, um grupo de 46 atletas assinou um documento do qual acusa a confederação até de machismo. A polêmica cresceu ainda mais depois de que a entidade que gerencia o esporte no Brasil desistiu de levar as jogadoras para a disputa da Liga Mundial, em setembro do ano passado.

A Confederação Brasileira, que recebeu mais de R$ 5 milhões de incentivos (Lei Agnelo/Piva e convênio com o Ministério do Esporte) alegou falta de verba para enviar a equipe para Guadalajara, mas, segundo as atletas, uma manobra para favorecer os interesses de Cláudio Rocha vetou a ida da equipe ao campeonato e, consequentemente, de qualquer chance de pleitear uma vaga na Rio 2016.

ESPN, escrita por José Edgar de Matos

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